Um dos objetivos desse projeto
é informar e mobilizar a comunidade por meio das mídias, visando sempre o bem
coletivo. O conhecimento não é estático e nem pode ficar entre os muros da
escola é preciso expandir, transformar e trocar experiências, é nessa
perspectiva que surge o jornal do 5º ano “A”, sendo os alunos os próprios
protagonistas da história.
O nome do jornal foi escolhido
mediante votação, a qual foi votado por todos os alunos, alguns professores,
equipe pedagógica e auxiliares de serviços gerais e ficou definido como nome: 1º JEQB – primeiro Jornal Escolar de Quatro
Barras.
Após a votação do nome para o
jornal, foi sugerido pelos alunos que ele deveria ser eletrônico, ou seja,
postado no Youtube, como eles mesmos
relataram tinham bastante familiaridade com o site. Além de ser mais acessível
as pessoas como a comunidade externa, visto que hoje elas estão mais
conectadas, nesse
contexto tecnológico, conforme Azzari e Custódio (2013) defendem:
Vivemos a era das
linguagens líquidas, a era do networking
ou relacionamento(...). Falamos em mover o letramento para os multiletramentos.
Em deixar de lado o olhar inocente e enxergar o aluno em sala de aula como o
nativo digital que é: um construtor –colaborador das criações conjugadas na era
das linguagens líquidas. (AZZARI; CUSTÓDIO, 2013, p.73-74)
Como
os autores salientam, o aluno de hoje é um nativo digital, são atores e
participantes das linguagens líquidas, ou seja, da linguagem não estática e sim
móvel que flui com rapidez, está em movimento. Para Moran (2007), a sociedade
está caminhando para uma geração “que aprende de novas maneiras, por novos
caminhos(...) de forma contínua”. E a escola tem o papel fundamental na
educação, envolvendo “diversos ritmos, métodos, tecnologias, para construir
cidadãos plenos em todas as dimensões” (2007, p.11).
Com o nome do jornal e sua forma de vinculação
escolhido, foi necessário fazer uma segunda votação, a escolha dos jornalistas
e democraticamente a turma escolheu Vinicius da Silva e Victor Portella e como
repórteres as alunas Cauane Faria da Silva e Débora Cristina Cruz, esses são os
responsáveis de transmitir as informações, porém todos da turma possuem a
participação no jornal eletrônico por meio da leitura, escrita dos roteiros, construções de cartazes,
entrevistas e debates em sala de aula. Uns dos desafios da educação atual é formar leitores habituais e cidadãos críticos, capazes de serem os
atores do meio em que vivem manifestando-se oralmente e pela escrita de maneira
significativa.
O 1º (JEQB) primeiro
Jornal Escolar de Quatro Barras, é uma autoria exclusiva do 5º ano “A” e é claro que a
primeira edição teve como tema central a ética, foi utilizado a matéria da Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/agricultura/comercio-oferece-pinhao-proibido-e-indigesto-aos-paranaenses-cv6wf4impwtfp473mf817mgzd/ sobre a venda de pinhões antes do seu amadurecimento,
nesse viés expliquei para a turma que antes de falar para uma câmera era necessário
criar um roteiro para ser estudado e depois fazer a filmagem, afinal criações
de vídeos são comuns para o contexto atual, porém o mesmo precisaria ser
relevante e utilizável para a comunidade.
As gravações ocorreram na sala de informática da
escola, na sala de aula e em aulas de campo , foi filmado com um tablet e as edições o aluno Victor Portella se propôs
a fazer, foi aberto um canal no Youtube
somente para a divulgação das edições do jornal. Todos podem conferir:
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